Desempenho no salto vertical e utilização da energia elástica em jogadores de badminton

Introdução: O badminton possui grande predominância de saltos representando uma parte importante dos gestos esportivos e repetidos movimentos curtos com mudanças de direção em alta intensidade. Os saltos verticais, contramovimento (SCM) e salto agachado (SA), são amplamente utilizados para estimar a...

Full description

Bibliographic Details
Main Authors: Karen Christie Gomes Lima, Sergio Luiz Galan Ribeiro, Camila Oliveira de Moura Cabral, Poliane Dutra Alvares, Norma Teotônio Rodrigues, Christian Emmanuel Torres Cabido, Marcos Antônio Pereira dos Santos
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercício 2019-03-01
Series:Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício
Subjects:
Online Access:http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/1606
Description
Summary:Introdução: O badminton possui grande predominância de saltos representando uma parte importante dos gestos esportivos e repetidos movimentos curtos com mudanças de direção em alta intensidade. Os saltos verticais, contramovimento (SCM) e salto agachado (SA), são amplamente utilizados para estimar a potência de membros inferiores e a diferença entre esses saltos significam um armazenamento e utilização de energia potencial elástica. Objetivo: A pesquisa busca verificar o desempenho no salto vertical e utilização da energia potencial elástica em jogadores de badminton. Materiais e Métodos: Foram realizadas medidas antropométricas (peso e estatura) e em seguida os saltos verticais: Agachado e Contramovimento em 12 jogadores brasileiros de badminton (7 homens e 5 mulheres). Resultados: As características destes jogadores foram respectivamente: idade 15,58 ± 2,39 anos, massa corporal 58,21 ± 11,99 e estatura 166,67 ± 10,63. Constatou-se uma diferença de desempenho entre homens (29,38 ± 6,42) e mulheres (16,96 ± 4,65) no SA, assim como no SCM (homens 27,06 ± 5,94 e Mulheres 17,77 ± 5,22). Quanto ao IE as mulheres obtiveram 4,49% ± 0,05 e os homens 7,17% ± 4,07.  Discussão: O IE encontrado neste estudo é considerado baixo de acordo com a literatura, havendo uma necessidade de treinamentos que melhorem esta variável. Porém eles podem não refletir um baixo nível de desempenho destes atletas, devido as divergências de valores encontrados e modalidade esportiva dos avaliados. Conclusão: A potência de membros inferiores e IE constatados nestes jogadores não foram satisfatórios de acordo com a literatura. Devido a sua importância é essencial a adequação dos treinos para a melhora desta variável.
ISSN:1981-9900